Mary P. (Inglaterra)


As minhas crises de enxaqueca iniciaram-se depois da terceira gravidez, quando eu tinha 28 anos. Elas eram provocadas pelo stress, pela altura do mês, por qualquer tipo de bebida alcoólica, chocolate ou queijo, coisas usuais. A dor de cabeça localizava-se por cima da minha sobrancelha direita e na região posterior da cabeça. Já tinha tentado tudo o que existe no mercado e nestes dias tinha que utilizar medicação que tem efeitos colaterais muito desagradáveis.

Se não tomasse medicamentos as dores de cabeça continuavam por tempo indeterminado. O máximo que consegui suportar foram três semanas mas depois tive que tomar medicação. Mesmo tendo tido três filhos e a chegada à menopausa não trouxeram nenhuma alteração às crises.

Quando a Glaxo lançou o “Imigran” a minha vida mudou porque eu podia tomar este medicamento enquanto estava a trabalhar. A medicação tinha poucos ou nenhuns efeitos colaterais mas era muito cara. Eu consumia em média 4 a 5 comprimidos por semana mas o único benefício era que tratava a enxaqueca, mas não diminuía a frequência das crises. Até que chegou uma altura em que o médico me disse que eu não podia continuar a consumir esta medicação tão frequentemente e deveria tentar encontrar algo diferente.

No ano passado li sobre o Cefaly no jornal da manhã e comprei imediatamente um. Segui as instruções rigorosamente e estou a utilizar há aproximadamente 6 meses. Para mim o resultado foi quase imediato. Durante este período tive apenas uma ou duas enxaquecas (comparativamente menores) e recentemente, nenhuma crise.

Eu faço 60 anos em novembro e é justo dizer que tenho sofrido fisicamente, emocionalmente e financeiramente de enxaqueca. São mais de 30 anos mas desde que uso o Cefaly vivo normalmente e não tenho que prestar tanta atenção ao que como ou bebo.


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